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FORMADO EM FISIOTERAPIA NA FASEH É 1º LUGAR EM MESTRADO NA UFMG


Marcos Eliezeck foi o primeiro colocado geral na seleção do ICB/UFMG, um dos maiores centros de pesquisa e ensino de ciências biológicas da América Latina

 

 

Marcos no lab da UFMG: mestrado e plano de dar aula na Faseh

 

O futuro profissional ele havia traçado, antes da formatura em fisioterapia pela Faseh no semestre passado. Marcos Eliezeck já falava, com segurança: “Pretendo ser pesquisador, professor de ensino superior e, inclusive, quero dar aula na Faseh!”. Agora, deu mais um passo, neste caminho, e com louvor. Foi o primeiro colocado geral na seleção do mestrado do ICB/UFMG, um dos maiores centros de pesquisa e ensino de ciências biológicas da América Latina.

Marcos vai fazer mestrado em Fisiologia e Farmacologia. Ele conta que o processo seletivo é muito rigoroso.  Primeiramente, os candidatos fazem uma prova de conhecimento geral que, segundo o ex-aluno da Faseh, é muito difícil. “Antes de me formar, fiz para adquirir experiência e ver como era o modelo de prova. Havia 17 vagas e só 7 foram preenchidas porque as pessoas não conseguiram alcançar a nota mínima. Em 100 pontos, teve gente que tirou zero. Desta vez, da mesma forma, foram 17 vagas mas só 5  dos 50 inscritos passaram”.

Pontos no currículo

Depois da prova, tem uma segunda etapa com entrevista e avaliação curricular das experiências realizadas durante a graduação. “Eu fiz duas iniciações científicas na Faseh, dei monitoria, o que foi mais um ponto positivo. A faculdade liberar um edital de monitoria de iniciação científica conta muito para o currículo”, explica Marcos.

 

Treino para docência: Marcos em monitoria da Fisioterapia na Faseh

 

O fisioterapeuta também esclarece porque a seleção para mestrado no Instituto de Ciências Biológicas (ICB) é tão complicada. “Ela abrange toda a UFMG, praticamente. Tem candidato da Engenharia, por exemplo, que tem projeto  relacionado à Fisiologia e tenta o mestrado no ICB. Então, prestam prova engenheiros, farmacêuticos, fisioterapeutas, médicos, enfermeiros, biomédicos, químicos, bioquímicos. Uma infinidade de profissionais. Por isso, é tão concorrido e tão difícil de passar”.

 

Marcos com os profs da Faseh Tatiana e Max na Iniciação Científica

 

Orgulho de ser Faseh

Marcos pontua os aspectos que lhe deram vantagem sobre os outros candidatos e diz que ter estudado na Faseh fez toda a diferença. “Quando cursei Fisiologia e Farmacologia, estas disciplinas tinham carga horária alta e te dava uma base muito boa. Além do mais, tive professores que passaram pelo ICB, como a coordenadora da Fisioterapia, professora Patrícia Guidine que fez mestrado e doutorado lá. Vários outros, como as professoras Carla Jeane, Fabiana Alves e o professor Talles Prosperi passaram por lá e me orientaram”.

 

Empenho recompensado

Porém, segundo o egresso da Faseh, a colocação que alcançou se deu pelo empenho, além do estudo durante a gradução. “Eu parei a vida, depois que formei, e me dediquei só a estudar para esta prova. Não atendi paciente, enquanto meus colegas foram direto para a clínica e o atendimento em hospital ou domiciliar. Este sacrifício é muito importante ressaltar”.

Outro detalhe que contou ponto na conquista de Marcos é que, antes de terminar o curso na Faseh, ele já tinha sido aceito em um laboratório do ICB. Ele conseguiu uma vaga em Iniciação Científica na UFMG e estava estudando Fisiologia Cardíaca. “Ser aceito em um laboratório era a parte mais difícil, para conseguir chegar ao mestrado. E eu já tinha sido aceito pela orientadora do laboratório, já realizava pesquisa e já ia publicar artigo com um grupo de pesquisadores. Só faltava passar na prova”, avalia ele. 

 

 

 

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