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MEDICIRCO MANTÉM ATIVIDADES PELA INTERNET DURANTE PANDEMIA


Com visitas suspensas devido ao isolamento, Medicirco promove encontros e debates virtuais na pandemia

 

Alunos integrantes do Medicirco em live: pandemia sem visitas mas com debates virtuais

 

A pandemia impôs a suspensão das visitas do Medicirco nos hospitais. O espetáculo, desta vez teve que parar, mas não o projeto que tem promovido encontros e debates virtuais. Profissionais da saúde e outros grupos que fazem o mesmo trabalho, de levar a terapia do riso aos doentes, têm sido convidados para trocas de experiências em lives, pela plataforma Blackboard na internet.

Lives e debates

O Medicirco tem aproveitado este período para a interação entre os participantes do grupo. Os alunos assistiram e discutiram vídeos de outros grupos como Doutores da Alegria e SOS Alegria. Também fizeram lives com profissionais incentivadores da humanização na área de saúde.  

“A gente convidou o nosso orientador de palhaçaria, nosso treinador, o Guto do Coração Palpita, para uma live. Também convidamos profissionais da saúde para bate-papos sobre o papel do nosso grupo na humanização dos futuros médicos, fisioterapeutas e enfermeiros”, conta o presidente do Medicirco Filipe Evangelista.

 

 

Participaram dos bate-papos online a terapeuta ocupacional Sarah Carrijo, a dupla de professores da Faseh que integra o núcleo do Mentoring do NPAP, o psicólogo Miguel Antunes e o psiquiatra João Marcos de Castro Andrade, o Dr. Eduardo Tavares, conhecido como Dudu, que é co-fundador da Rede de Apoio a Perdas Irreparáveis (API).

 

 

35 alunos dos cursos de Medicina, Fisioterapia e Enfermagem da Faseh fazem parte do Medicirco, hoje. Karina Leão, estudante da Fisioterapia, fala sobre a expectativa da volta às visitas e das atividades enquanto isso não acontece. “O ruim é só não estar dentro dos hospitais, das unidades de saúde trazendo esta alegria, tudo isso que o Medicirco traz. Quando isso passar, a gente vai no gás todo!”

 

 

Eduarda Bernis, novata no projeto para o qual entrou no começo do ano, conta que foi triste ter as visitas suspensas por causa da pandemia. “Apesar disso, através das reuniões científicas que estamos fazendo, consegui entender a essência do projeto e o impacto dele nas vidas das pessoas, que é tão positivo, que me deixou mais feliz de fazer parte dele e ansiosa para começar as visitas, assim que possível”.

 

 

Teoria e prática

A “Doutora Bruneca”, personagem da Bruna Veloso no Medicirco, explica que, mesmo impossibilitados de ir aos hospitais, mantiveram o cronograma do projeto, com o contato virtual e a troca de experiências. “Teve momentos em que até me emocionei com os convidados das lives e com o compartilhamento do nosso grupo das histórias vividas em visitas! Com a experiência do outro, aprendemos a lidar com as situações que vivenciamos”. 

 

 

Quem também mandou mensagem de agradecimento, aos alunos da coordenação do projeto e aos colaboradores da Faseh, foi a professora coordenadora do projeto Medicirco, desde o começo, Dra. Rosângela Carrusca Alvim. “Quero lembrar que o Medicirco são 10 anos de uma brincadeira muito séria!”, pontuou ela.

 

 

Alegria na pediatria

inspirados em Patch Adams , precursor dos médicos-palhaços e criador do Instituto Gesundheit , os alunos da Faseh que integram o Medicirco se emocionam a cada visita às crianças, no Hospital João Paulo II e na ala pediátrica do Hospital Odilon Behrens.  No ano passado, a Agência de Notícias acompanhou uma delas e registrou brincadeiras, sorrisos e elogios.

 

 

E não são só as crianças que se divertem com as visitas dos alunos do Medicirco. Para os pais e outros acompanhantes dos pacientes a chegada dos médicos palhaços transforma a rotina pesada do hospital.

 

 

Nos bastidores, durante a caracterização para a visita, os alunos contaram como é a experiência das visitas do Medicirco ao hospital, Amanda Perígolo revela como incorpora o personagem e acredita no benefício do riso para o tratamento. 

 

 

Isabela Loureiro conta emocionada o retorno que teve de uma mãe e que ela nunca esqueceu. “Fico até arrepiada de falar disso! A gente vem aqui, numa expectativa de brincar mas, para algumas pessoas, a gente é muito mais do que isso. A gente trata a alma das pessoas aqui!”.

 

 

10 anos de alegria

Nos 10 anos do Medicirco, a Agência de Notícias, além de acompanhar o grupo em visita a pacientes internados,  registrou a comemoração no Teatro Capucho, na Faseh, e o grupo reunido e caracterizado na sala do projeto, na faculdade. Confira:

 

 

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